quarta-feira, 18 de abril de 2012

Chuva!


Chuva que cai
E transborda os rios
Limpando a estrada
Da vida que vai

Desliza entre tetos
Floreia os desertos
Regando as sementes de um ciclo a brotar.

Inicialmente te peço
Que lave minh’alma,
Que logo se acalma ouvindo o batuque da vida a pulsar!

Oh chuva! Eu lhe imploro
E por esse pedido eu choro,
Que proteja quem vai por aí,
Quem não tem onde dormir
E tem medo de raios e trovões,
Pois eles provocam destruições.

Chuva, tu és filha da mãe natureza!
Mostre que não causa somente tristezas
Levando consigo inocentes
Debaixo de enchentes
Para algum lugar distante,
Deixando muito mais que antes
Uma casa a desabar.

Cai somente em cima da corrupção,
Deixa transbordar a educação
E a semente da felicidade germinar.

Para isso sim...
Cai chuva, sem parar!

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